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sábado, 24 de novembro de 2012

[DOWNLOAD] 2002 - Outros Doces Bárbaros - Maria Bethânia, Caetano Veloso, Gal Costa & Gilberto Gil





Outros (Doces) Bárbaros foi lançado em 2004 pela Biscoito Fino, e é um documentário que marca a reunião de Maria Bethânia, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Gal Costa, após 26 anos longe do grupo Doces Bárbaros, o evento e seus bastidores foram registrados pelo diretor Andrucha Waddington, entre os shows do Rio de Janeiro e São Paulo.

O tempo foi pouco para os ensaios, "Até poderia se pensar que o distanciamento, as separações poderiam ter interferido, mas não" disse Gil.

Em 7 de dezembro, foi realizado o primeiro show do reencontro, idealizado pela Pão Music, em São Paulo, no Parque do Ibirapuera. O evento ancorou também a campanha do "Natal Sem Fome" no final do espetáculo mais de duas toneladas já haviam sido arrecadadas. Aproximadamente 110 mil pessoas assistiram gratuitamente o show "É maravilhoso encontrar Gil, Caetano e Gal. É comovente de uma maneira que não sei contar" disse Bethânia.

No Rio de Janeiro certa de cem mil pessoas, assistiram ao show na praia de Copacabana.

Grande parte do repertório dos shows foi tirada do LP duplo lançado pelo grupo, em 1976, pela Philips. Enquanto cantavam, o telão passava imagens do documentário do grupo feito em 1976 por Jom Tob Azulay, com registros de shows, bastidores e entrevistas.


Tracklist
01. Máquina de Ritmo [Ensaio]
02. Fé Cega, Faca Amolada
03. Viramundo
04. Outros Bárbaros [Ensaio]
05. Outros Bárbaros 
06. Um Índio [Ensaio]
07. Eu Te Amo [Ensaio]
08. O Seu Amor
09. Atiraste Uma Pedra
10. Santo Antônio
11. Chuckberry Fields Forever
12. Esotérico
13. Os Mais Doces Bárbaros
14. Gênesis
15. Saudade da Bahia
16. Um Índio

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

[DOWNLOAD] 1972 - Expresso 2222 - Gilberto Gil





Expresso 2222 é o álbum lançado por Gilberto Gil em 1972, em seu retorno ao Brasil, após o exílio.

O álbum retrata a mistura das influências musicais do artista à época – do forró ao reggae, passando pelo samba, pela Tropicália, pelo rock, pelos ritmos regionais do nordeste e pela música negra norte-americana. Além de direcionar o estilo que permearia a criação de Gil ao longo da década

"Meus trabalhos futuros já estavam delineados ali, em uma série de procedimentos que depois foram se desdobrando em conjuntos criativos. Elementos dos discos 'Refazenda' (1976) e 'Refavela' (1977), por exemplos, foram garimpados ali. A introdução da guitarra no samba e no baião em 'Chiclete com Banana', o início das canções filosofantes e introspectivas em 'Eu e Ele', o forró em 'Sai do Sereno'" diz Gilberto Gil.

O nome Expresso 2222 dá-se em homenagem a um trem pego por Gil para sair de sua cidade natal em direção a Salvador. Ele omeçou a gravar o "Expresso 2222" em abril de 1972 ( três meses depois de chegar do exílio londrino, que durara dois anos e meio). As sessões aconteceram no estúdio Eldorado, no centro de São Paulo, sob a coordenação de Roberto Menescal.

Optaram por gravar ao vivo no estúdio (todos os músicos tocando juntos com Lanny Gordin na guitarra, Antonio Perna no piano, Bruce Henry no baixo e Tutty Moreno na bateria), o que agilizou bastante o processo. "Terminamos em uma semana. O Eldorado deve ter sido cinema um dia e tinha um palco. Gravávamos em cima dele. Na época, os tropicalistas andavam em grupo. Então, os amigos sempre apareciam. Juntavam 15 pessoas na plateia." Lembra Menescal.

Para o guitarrista Lanny Gordin, a velocidade das gravações se deveu aos muitos ensaios feitos na casa de Gil. "Quando me reuni com o [pianista Antonio] Perna, o Bruce [Henry, baixista] e o Tutty [Moreno, baterista], parecia que a gente já se conhecia de outras encarnações. Falávamos pouco e nos comunicávamos pelo som. Ele criou um novo estilo. Entrei na onda dele. Mudei meu jeito de tocar. Minha música, que era jazzística, ficou mais contemporânea" diz Lanny.

A capa de "Expresso 2222" não seguiria os padrões "quadrados" dos discos comuns da época. A capa foi encomendado a Edinizio Ribeiro Primo um projeto gráfico que também transformasse a embalagem do LP de Gil em obra de arte.  Primo fez um trabalho singular. Uma capa redonda, com diâmetro bem maior do que o do vinil que continha. "Acabou 30% maior do que a dos discos convencionais. Expliquei que não caberia nas caixas da transportadora nem nas prateleiras das lojas. Mas o cara não abria mão. Tive que pedir que Gil interviesse. A solução conciliadora foi dobrar as bordas redondas para dentro da capa, fazendo-a parecer quadrada". conta Menescal.

Tracklist:
01. Pipoca Moderna
02. Back in Bahia
03. O Canto da Ema
04. Chiclete com Banana
05. Ele e Eu
06. Sai do Sereno
07. Expresso 2222
08. O Sonho Acabou
09. Oriente
10. Cada Macaco no Seu Galho
11. Para Passear no Astral
12. Está na Cara, Está na Cara

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

[DOWNLOAD] 2009 - Multishow Registro: Ana Carolina 9 + Um - Ana Carolina




Multishow Registro: Ana Carolina 9 + Um é uma coletânea de canções lançadas por Ana Carolina, através da Sony Music. O álbum e o DVD foi lançado em comemoração do seus 10 anos de carreira. O álbum tem base no recente Nove e em outras canções da carreira da cantora, bem como as inédias "Mais Que A Mim", que tem a participação de Maria Gadú. Além disso, estão presentes no álbum Maria Bethânia, Ângela Rô Rô, Zizi Possi, Seu Jorge, Gilberto Gil, entre outros.

"Não foi difícil escolher os convidados”, afirma e enumera: “Maria Bethânia não podia ficar de fora. Foi a primeira pessoa que gravou uma música minha. Seu Jorge é parceiro de tempos. A versão de Zizi Possi para ‘Ruas de Outono’ é tão definitiva que não posso mais cantar essa música sozinha. Maria Gadú é uma grande promessa, tem uma voz incrível, é uma grande compositora, e além do mais é uma pessoa de quem gosto muito. Tinha feito um blues para Chiara Civello que tinha ficado fora do disco e chamei Maria Gadú para gravar. Conheci a Gadú num sarau na casa do Totonho (Villeroy, que também participa do DVD) e fiquei impressionada com a voz dela, com o jeito de tocar e com a personalidade. A Gadú é uma pessoa artisticamente muito forte, tem muita coisa para acrescentar hoje em dia no país das cantoras. Roberta Sá, a gente já se frequenta há um bom tempo, vou na casa dela, a gente tentar compor e se encontrar. Gilberto Gil já tinha feito parceria no último disco e aí ele canta ‘Torpedo’ junto comigo no DVD. Ficou lindo!" Ana Carolina para o canal Multishow.

Dirigido por Monique Gardenberg e com cenário assinado por Gringo Cardia, o registro foi gravado em um sítio no Alto da Boa Vista, no Rio de Janeiro, especialmente ambientado para o projeto. Em clima intimista, Ana Carolina recebe seus convidados para cantar músicas com as quais eles tenham alguma relação.

Trakclist:
01. Cabide - Part. Luiz Melodia
02. Milhares de Samba - Part. Roberta Sá
03. Eu Que Não Sei Quase Nada do Mar - Part. Maria Bethânia
04. Homens e Mulheres - Part. Angela Rô Rô
05. Mais Que a Mim - Part. Maria Gadú
06. Ruas de Outono - Part. Zizi Possi
07. Ta Rindo, é - Part. Seu Jorge
08. Torpedo - Part. Gilberto Gil
09. 8 Estórias 
10. Heroína e Vilã - Part. Antonio Villeroy

domingo, 26 de agosto de 2012

[DOWNLOAD] 1977 - Meus Amigos São Um Barato - Nara Leão



Lançado em 1977 pela Philips Meus Amigos São Um Barato” foi o segundo trabalho de Nara Leão após alguns anos de reclusão voluntária. Quando ela soube que tinha câncer, ela voltou com ímpeto completo para sua carreira, gravando outros 11 LPs até 1988

O trabalho em si era uma grande novidade para a época. Um disco de duetos. O disco foi produzido por Roberto Santana e direção de estúdio de Roberto Menescal.
Duas canções fizeram bastante sucesso na ocasião de seu lançamento “João e Maria” de Chico Buarque e Sivuca (autor do bonito arranjo) e “Meu Ego” de Roberto e Erasmo Carlos, Odara” de Caetano Veloso e “Sarará Miolo” de Gilberto Gil.

"Fazer este disco para mim foi uma alegria. Reencontro. Comigo e com os amigos. Ele tem, para mim, um valor de trajetória. A última música que gravei, do Tom, tem o papel de primavera. Me sinto como que desenhando um círculo, mas deixando uma fresta aberta para o que ainda pode acontecer. Meu passado, meu presente e meu futuro – pode ser óbvio – mas é assim que vejo esse trabalho. E nisso não estou sozinha. Menescal e eu já tínhamos tido vontade de fazer um disco assim, mas não acreditávamos na viabilidade do projeto. 

Todo mundo trabalha, viaja e está sempre ocupado. Mas resolvemos tentar dessa vez. Encontrei Gil e pedi uma música. Isso em novembro de 1976. Em dezembro recebi a resposta. A música estava pronta. Fui ao estúdio, onde Gil fazia seu disco. Quando vi Gil cheio de trancinhas, cheio de alegria e energia, me apavorei e me encolhi. Fiquei mais tímida do que já sou, porque ele demonstrava tamanha descontração, que me senti tensa. Ouvi a música rapidamente e pensei: “não sou capaz de tamanha alegria e muito menos de gravar essa música”. E Gil dizia “olha, fiz essa música especial para você, mas não para a imagem que se tem de você. E eu tinha adorado a música. Sarará miolo. Depois de alguma inibição, perguntei: “o que quer dizer sarará miolo?” Gil me respondeu que, na Bahia, era assim que se chamava quem tem cabelo pixaim, mas é louro. Gil, dirigindo os músicos e tocando, é algo de estraordinário. É tão vital tudo que ele faz, num pique tão grande, que continuava com inveja do seu pique e pensava quanto era desanimada e gostaria de ser animada como ele. Mas, ao poucos, fui tomando coragem e consegui. Só mesmo Gil seria capaz de me fazer dizer “Yeahh”. O telefone toca no estúdio: “Menescal está? É o Donato”.

Menescal não podia atender naquele momento. Saí correndo. Estava louca para falar com Donato. Peguei o telefone e fui logo dizendo “você quer falar comigo?”

Donato chegou meia hora depois e gravamos Amazonas. Daí em diante Donato não me abanonou mais e participou de quase todas as faixas. Donato é uma pessoa incrível, que me faz rir o tempo todo. Figura doce, ao mesmo tempo aguda, com um tipo de sensibilidade que percebe tudo. Fala pouco, mas seus olhinhos vivos parecem de um bicho pequeno e lembram muito os de João Gilberto. Quando ele chegou pela primeira vez, fiquei tão nervosa, numa agitação cheia de felicidade. Senti a mesma emoção dos tempos da bossa-nova, quando ele era “aquele” monstro sagrado que todo mundo adorava.

Caetano mandou uma fita, com um recado: “Narinha, aí vai Odara. Sei que é seu aniversário. Odara quer dizer, em yorubá nagô, bonito, bom, bacana. Será que você vai gostar?”. Adorei. Caetano canta tão bem. Foi uma delícia cantar com ele. Parecia que havia uma comunicação não-verbal na escolha das músicas que me mandavam, pois era exatamente o que eu queria. 

Flash back Menescal veio cantar comigo. A gente se lembrou de pescaria, lagosta, mero e tartaruga. Foi tudo muito engraçado. 

Cantei o tempo todo pensando na Yara e num retrato que tirei com ela e uns badejos em Cabo frio. O Ronaldo esteve na gravação e parece que ficou contente. 

Dominguinhos, que sensibilidade! Há muito tempo que eu queria gravar uma música dele e de Anastácia. A gente já tinha combinado, mas ainda não tinha dado certo. Erasmo tinha feito uma música pro meu show no Flag, em 1967, mas o disco do show acabou não saindo. O Tremendão é uma pessoa sensível e sempre simpatizei muito com ele, desde que o conheci nos áureos tempos dos musicais da Record. Adoro suas músicas e quando ele me mostrou Meu ego, achei forte, densa, de uma agressividade necessária. Agressividade que abre os olhos, que fala dos problemas de todo mundo. Liguei para o Edu. “Você tem alguma coisa para mim?” Edu apareceu com uma música bonia. Gravamos, mas achei que não estava dentro do espírito que pretendia, ou seja, não seguia o rumo que o disco tomou, a partir das primeiras músicas gravadas – de Gil e Caetano e da presença de Donato. Era uma canção um pouco “torturante”. Mas eu adoro o Edu e queria gravar uma coisa dele. Comprei seu último disco e descobri Repente, de parceria com Capinan. Era a síntese do disco: “só o ato, só a vida é mais ativa do que a morte”. Exatamente o que queria e precisava. A melodia simples, linda, que se prestava a uma série de brincadeiras. Sivuca estava no estúdio (tínhamos acabado de gravar sua música com Chico) e foi sensacional. O estúdio da Barra se transformou numa autêntica festa. Um forró nordestino tomou conta da gente. Foi tudo tão rico e animado. Sivuca, de olhos fechados, improvisando. Gil tocando triângulo. Chico, Edu e eu animados (vejam só...). A presença de Gil foi importantíssima nessa faixa. Nós (Chico, Edu e eu) precisávamos de alguém que puxasse o cordão da animação e conseguimos até improvisar. Ficamos nos gozando e Gil completamente solto. 

Roberto Santana e eu brigamos e fizemos as pazes mil vezes. Ele é muito franco e entusiasmado. Apesar das brigas, foi muito estimulante trabalhar com ele. Um dia, Roberto chegou todo feliz: “trouxe um compositor inédito para você gravar”. E mostrou Nonó de Nelson Rufino. Fiquei pensando como cantar essa música. A cada música nova eu duvidava. Como cantar, como dar o recado? E a maneira que consegui foi aprendendo as músicas. No gravador, no carro, no caminho para a gravação. Queria ficar espontânea como os músicos. Nada escrito. A criatividade gravada no momento mesmo em que ela surgia. Queria perceber o significado da música e da letra na hora exata em que aquilo se tornasse também uma produção minha. Se aprendesse muito bem minha lição, se treinasse demais, na hora de gravar poderia já estar cansada da música (eu me conheço: quando fazia teatro, a graça acabava no dia da estréia. Só gostava enquanto estava descobrindo como fazer a coisa; o que gostava era do processo e não do resultado). Pedia uma música ao Chico. Ele me mandou uma de parceria com Sivuca sobre um tema infantil: João e Maria. Dias antes o Cacá tinha me chamado atenção para a conversa de Francisco e Isabel com alguns amigos, onde eles diziam: “eu era a princesa, eu era o cavalo”. Cacá observou que os tempos do verbo estavam no passado. Um faz de conta, mas ainda no passado. Quando vi a música de Chico, achei engraçado. Ele tinha percebido o universo infantil tão perfeitamente. Não falava pela criança, mas era a criança que falava. O Chico é fogo. Forma e conteúdo perfeitos. A gravação se passou muito tranqüila. O Sivuca é uma graça. Fazia questão que a gente chamasse seu instrumento de sanfona e não de acordeom. Deu um show de musicalidade e gentileza. 

Carlinhos estava de mudança e foi complicado conseguir a fita. Quando telefonei para ele, me disse que tinha outras músicas pra me mostrar, além daquelas da fita. Aí eu respondi: “olha, já gravamos o play back, agora só falta você gravar comigo” No estúdio me lembrei de minha primeira gravação no seu LP “Depois do carnaval” e da importância de sua figura na passagem da bossa-nova para a canção de protesto. 

A gente riu muito. Foi bom rever Carlinhos. Quando canto Cara bonita me lembro apenas de Francisco e Isabel. 

Faltava Tom. Minhas gravações estavam sempre marcadas às segundas-feiras, dia que não tinha aula na PUC. Toda segunda-feira telefonava para o Tom e o convidava. Tom sempre tinha que ir ao dentista ou ao banco. Conversávamos muito no telefone sobre amigos, psicanálise e algumas outras fofocas. Mas nada de música. Enfim, ele disse que poderia ir, naquela segunda-feira, às sete da noite. Ás oito acabava meu horário, mas tinha dito a ele que poderia chegar até às três da manhã, que eu o esperaria. Ás oito horas, saímos da sala de gravação, mas ainda com uma esperançazinha que ele aparecesse. Ás oito e vinte toca o telefone da sala de Menescal. O Tom tinha chegado. Descemos. A gravação do Armando Pittigliani estava marcada para as oito e meia. Eu tinha dito que, se o Tom aparecesse, a qualquer hora que fosse, só sairia do estúdio se chamasse a polícia. Queria muito gravar com Tom. 

Armando ficou contente de me ceder a sua hora. Quando Tom tocou o primeiro acorde, comecei a chorar. E pensei: “pronto, estrepei tudo, agora estou igual a um rio, não consigo parar de chorar, como é que vou gravar?”. Tentei prender o choro. Depois resolvi chorar até parar. Não via o Tom tocar fazia muito tempo. Encontrava com ele, às vezes, mas sempre fora do piano. E aquele som tão incrível me deixou emocionada. Tom queria saber o que íamos gravar. Menescal sugeriu Fotografia. Cantamos juntos, como na casa de Bené. Quando ouvi a gravação, a presença física de Tom era forte. Eu podia ver, a mim e a ele, tocando e cantando na sala, em casa. Foi um presente que os amigos me deram. Tocar e cantar comigo, como nos velhos tempos. Mas sinto uma modernidade no disco. Não se trata de nostalgia, muito pelo contrário. O velho revisto. O novo com sentimentos antigos, guardados. Estou feliz. É um disco que me comove. Estou contente por ter terminado o trabalho e com saudade dos momentos que passamos juntos no estúdio. Gostaria de falar de Meirelles com sua flauta de ouro e suas histórias, e agradecer a Helena, Roberto, Flávia, Marieta, Yara e a Cacá, que com suas presenças me deram apoio moral durante as gravações."

(texto do álbum, extraído do Site Oficial de Nara Leão. Nara falando sobre o álbum)

Tracklist:
01. Sarara Miolo - Part. Gilberto Gil
02. Odara - Part. Caetano Veloso
03. Meu Ego - Part. Erasmo Carlos
04. Chegando de Mansinho - Part. Dominguinhos
05. Repente - Part. Edu Lobo
06. Nono - Part. Nelson Rufino
07. João e Marcia - Part. Chico Buarque & Sivuca
08. Amazonas - Part. João Donato
09. Flash Back - Part. Roberto Menescal
10. Cara Bonita - Part. Carlos Lyra
11. Fotografia - Part. Tom Jobim

segunda-feira, 16 de julho de 2012

[DOWNLOAD] 1969 - Gal Costa - Gal Costa



Gal Costa, foi o primeiro disco solo da cantora Gal Costa lançado em 1969 pela Phonogram, foi bem recebido pela crítica musical da época. Diferente do jeito Bossa Nova que adotava no início de carreira, o disco "Gal Costa" apresenta uma cantora diferente no seu modo de cantar.

Apesar de ainda haver influência da Bossa Nova, a cantora - já ligada ao movimento tropicalista - buscou referências, desde James Brown e Janis Joplin a Jorge Ben, Erasmo e Roberto Carlos.

Os grandes destaques deste trabalho de foram as faixas "Não Identificado" e "Que Pena", que permaneceram mais de três meses nas paradas de sucesso brasileiras. Outro destaque deste LP é a canção "Divino, Maravilhoso". Sucesso no disco "Tropicália" ou "Panis et Circenses" e considerada um marco na carreira de Gal, a canção "Baby"também está presente no disco de estréia da cantora.

O LP foi eleito em uma lista da versão brasileira da revista Rolling Stone como o 80º melhor disco brasileiro de todos os tempos.
Tracklist:
01. Não Identificado
02. Sebastiana - Part. Gilberto Gil
03. Lost in Paradise
04. Namorinho de Portão - Part. Gilberto Gil
05. Saudosismo
06. Se Você Pensa
07. Vou Recomeçar
08. Divino Maravilhoso
09. Que Pena - Part. Caetano Veloso
10. Baby - Part. Caetano Veloso
11. A Coisa Mais Linda Que Existe
12. Deus é o Amor