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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

[DOWNLOAD] 1988 - MM - Marisa Monte



MM (conhecido também como Marisa Monte), lançado em 1989, é o álbum de estréia da cantora  Marisa Monte. Este disco foi o álbum mais vendido no ano 1989, com 500 mil vendidas.

No ano de 1987. Com a ajuda de Nelson Motta, amigo de longa data, ela começou então a planejar suas primeiras apresentações ao vivo. Surgia assim a turnê Veludo Azul, com apresentações em grandes cidades do país.

A sua estreia ocorreu de forma totalmente anti-convencional: MM foi gravado durante o especial feito por Marisa para a TV Manchete, do qual também saiu o DVD da apresentação. Apenas uma das faixas (Speak Low) foi gravada em estúdio. Segundo Nelson Motta, tal estreia provocou grande celeuma na mídia, uma vez que nos discos de estreia, as gravadoras costumeiramente cercam os artistas de "cuidados, inclusive correções na voz", o que era praticamente impossível com um disco ao vivo.

Trackilist:
01. Comida
02. Bem Que Se Quis
03. Chocolate
04. Ando Meio Desligado
05. Preciso Me Encontrar
06. Xote das Meninas
07. Negro Gato
08. Lenda das Sereias
09. South American Way
10. I Heard It Through The Grapevine
11. Bess You is My Woman Now
12. Speak Low

domingo, 26 de agosto de 2012

[DOWNLOAD] 2009 - Do You Want The Truth or Something Beautiful ? - Paloma Faith



Do You Want the Truth or Something Beautiful? é o álbum de estréia da cantora inglesa Paloma Faith. Ele foi lançado em 28 de setembro de 2009 pela Epic Records. Seus dois primeiros singles "Stone Cold Sober" e "New York" chegaram ao topo no top 20 do Reino Unido. O álbum gerou mais dois singles, "Do You Want The Truth or Something Beautiful?", "Upside Down" e "Smoke & Mirrors". A cantora saiu em turnê pela Europa  em 12 de fevereiro de 2010 para divulgar o trabalho.

O álbum recebeu críticas positivas dos críticos. Desde o seu lançamento, o álbum passou 106 semanas na parada de álbuns do Reino Unido e chegou ao número 9. Foi anunciado em 25 de Junho de 2010 que o álbum tinha sido certificado Platina, com vendas superiores a 300 mil cópias.


Tracklist:
CD1
01. Stone Cold Sober
02. Smoke & Mirrors
03. Broken Doll
04. Do You Want The Truth or Something Beautiful
05. Upside Down
06. Romance is Dead
07. New York
08. Stargazer
09. My Legs are Weak
10. Play On
11. Press Lightly


CD 2 (2010 ITUNES FESTIVAL LONDON)
01. Stone Cold Sober
02. Broken Doll
03. Smoke & Mirror
04. At Last
05. Upside Down
06. New York

[DOWNLOAD] 1977 - Meus Amigos São Um Barato - Nara Leão



Lançado em 1977 pela Philips Meus Amigos São Um Barato” foi o segundo trabalho de Nara Leão após alguns anos de reclusão voluntária. Quando ela soube que tinha câncer, ela voltou com ímpeto completo para sua carreira, gravando outros 11 LPs até 1988

O trabalho em si era uma grande novidade para a época. Um disco de duetos. O disco foi produzido por Roberto Santana e direção de estúdio de Roberto Menescal.
Duas canções fizeram bastante sucesso na ocasião de seu lançamento “João e Maria” de Chico Buarque e Sivuca (autor do bonito arranjo) e “Meu Ego” de Roberto e Erasmo Carlos, Odara” de Caetano Veloso e “Sarará Miolo” de Gilberto Gil.

"Fazer este disco para mim foi uma alegria. Reencontro. Comigo e com os amigos. Ele tem, para mim, um valor de trajetória. A última música que gravei, do Tom, tem o papel de primavera. Me sinto como que desenhando um círculo, mas deixando uma fresta aberta para o que ainda pode acontecer. Meu passado, meu presente e meu futuro – pode ser óbvio – mas é assim que vejo esse trabalho. E nisso não estou sozinha. Menescal e eu já tínhamos tido vontade de fazer um disco assim, mas não acreditávamos na viabilidade do projeto. 

Todo mundo trabalha, viaja e está sempre ocupado. Mas resolvemos tentar dessa vez. Encontrei Gil e pedi uma música. Isso em novembro de 1976. Em dezembro recebi a resposta. A música estava pronta. Fui ao estúdio, onde Gil fazia seu disco. Quando vi Gil cheio de trancinhas, cheio de alegria e energia, me apavorei e me encolhi. Fiquei mais tímida do que já sou, porque ele demonstrava tamanha descontração, que me senti tensa. Ouvi a música rapidamente e pensei: “não sou capaz de tamanha alegria e muito menos de gravar essa música”. E Gil dizia “olha, fiz essa música especial para você, mas não para a imagem que se tem de você. E eu tinha adorado a música. Sarará miolo. Depois de alguma inibição, perguntei: “o que quer dizer sarará miolo?” Gil me respondeu que, na Bahia, era assim que se chamava quem tem cabelo pixaim, mas é louro. Gil, dirigindo os músicos e tocando, é algo de estraordinário. É tão vital tudo que ele faz, num pique tão grande, que continuava com inveja do seu pique e pensava quanto era desanimada e gostaria de ser animada como ele. Mas, ao poucos, fui tomando coragem e consegui. Só mesmo Gil seria capaz de me fazer dizer “Yeahh”. O telefone toca no estúdio: “Menescal está? É o Donato”.

Menescal não podia atender naquele momento. Saí correndo. Estava louca para falar com Donato. Peguei o telefone e fui logo dizendo “você quer falar comigo?”

Donato chegou meia hora depois e gravamos Amazonas. Daí em diante Donato não me abanonou mais e participou de quase todas as faixas. Donato é uma pessoa incrível, que me faz rir o tempo todo. Figura doce, ao mesmo tempo aguda, com um tipo de sensibilidade que percebe tudo. Fala pouco, mas seus olhinhos vivos parecem de um bicho pequeno e lembram muito os de João Gilberto. Quando ele chegou pela primeira vez, fiquei tão nervosa, numa agitação cheia de felicidade. Senti a mesma emoção dos tempos da bossa-nova, quando ele era “aquele” monstro sagrado que todo mundo adorava.

Caetano mandou uma fita, com um recado: “Narinha, aí vai Odara. Sei que é seu aniversário. Odara quer dizer, em yorubá nagô, bonito, bom, bacana. Será que você vai gostar?”. Adorei. Caetano canta tão bem. Foi uma delícia cantar com ele. Parecia que havia uma comunicação não-verbal na escolha das músicas que me mandavam, pois era exatamente o que eu queria. 

Flash back Menescal veio cantar comigo. A gente se lembrou de pescaria, lagosta, mero e tartaruga. Foi tudo muito engraçado. 

Cantei o tempo todo pensando na Yara e num retrato que tirei com ela e uns badejos em Cabo frio. O Ronaldo esteve na gravação e parece que ficou contente. 

Dominguinhos, que sensibilidade! Há muito tempo que eu queria gravar uma música dele e de Anastácia. A gente já tinha combinado, mas ainda não tinha dado certo. Erasmo tinha feito uma música pro meu show no Flag, em 1967, mas o disco do show acabou não saindo. O Tremendão é uma pessoa sensível e sempre simpatizei muito com ele, desde que o conheci nos áureos tempos dos musicais da Record. Adoro suas músicas e quando ele me mostrou Meu ego, achei forte, densa, de uma agressividade necessária. Agressividade que abre os olhos, que fala dos problemas de todo mundo. Liguei para o Edu. “Você tem alguma coisa para mim?” Edu apareceu com uma música bonia. Gravamos, mas achei que não estava dentro do espírito que pretendia, ou seja, não seguia o rumo que o disco tomou, a partir das primeiras músicas gravadas – de Gil e Caetano e da presença de Donato. Era uma canção um pouco “torturante”. Mas eu adoro o Edu e queria gravar uma coisa dele. Comprei seu último disco e descobri Repente, de parceria com Capinan. Era a síntese do disco: “só o ato, só a vida é mais ativa do que a morte”. Exatamente o que queria e precisava. A melodia simples, linda, que se prestava a uma série de brincadeiras. Sivuca estava no estúdio (tínhamos acabado de gravar sua música com Chico) e foi sensacional. O estúdio da Barra se transformou numa autêntica festa. Um forró nordestino tomou conta da gente. Foi tudo tão rico e animado. Sivuca, de olhos fechados, improvisando. Gil tocando triângulo. Chico, Edu e eu animados (vejam só...). A presença de Gil foi importantíssima nessa faixa. Nós (Chico, Edu e eu) precisávamos de alguém que puxasse o cordão da animação e conseguimos até improvisar. Ficamos nos gozando e Gil completamente solto. 

Roberto Santana e eu brigamos e fizemos as pazes mil vezes. Ele é muito franco e entusiasmado. Apesar das brigas, foi muito estimulante trabalhar com ele. Um dia, Roberto chegou todo feliz: “trouxe um compositor inédito para você gravar”. E mostrou Nonó de Nelson Rufino. Fiquei pensando como cantar essa música. A cada música nova eu duvidava. Como cantar, como dar o recado? E a maneira que consegui foi aprendendo as músicas. No gravador, no carro, no caminho para a gravação. Queria ficar espontânea como os músicos. Nada escrito. A criatividade gravada no momento mesmo em que ela surgia. Queria perceber o significado da música e da letra na hora exata em que aquilo se tornasse também uma produção minha. Se aprendesse muito bem minha lição, se treinasse demais, na hora de gravar poderia já estar cansada da música (eu me conheço: quando fazia teatro, a graça acabava no dia da estréia. Só gostava enquanto estava descobrindo como fazer a coisa; o que gostava era do processo e não do resultado). Pedia uma música ao Chico. Ele me mandou uma de parceria com Sivuca sobre um tema infantil: João e Maria. Dias antes o Cacá tinha me chamado atenção para a conversa de Francisco e Isabel com alguns amigos, onde eles diziam: “eu era a princesa, eu era o cavalo”. Cacá observou que os tempos do verbo estavam no passado. Um faz de conta, mas ainda no passado. Quando vi a música de Chico, achei engraçado. Ele tinha percebido o universo infantil tão perfeitamente. Não falava pela criança, mas era a criança que falava. O Chico é fogo. Forma e conteúdo perfeitos. A gravação se passou muito tranqüila. O Sivuca é uma graça. Fazia questão que a gente chamasse seu instrumento de sanfona e não de acordeom. Deu um show de musicalidade e gentileza. 

Carlinhos estava de mudança e foi complicado conseguir a fita. Quando telefonei para ele, me disse que tinha outras músicas pra me mostrar, além daquelas da fita. Aí eu respondi: “olha, já gravamos o play back, agora só falta você gravar comigo” No estúdio me lembrei de minha primeira gravação no seu LP “Depois do carnaval” e da importância de sua figura na passagem da bossa-nova para a canção de protesto. 

A gente riu muito. Foi bom rever Carlinhos. Quando canto Cara bonita me lembro apenas de Francisco e Isabel. 

Faltava Tom. Minhas gravações estavam sempre marcadas às segundas-feiras, dia que não tinha aula na PUC. Toda segunda-feira telefonava para o Tom e o convidava. Tom sempre tinha que ir ao dentista ou ao banco. Conversávamos muito no telefone sobre amigos, psicanálise e algumas outras fofocas. Mas nada de música. Enfim, ele disse que poderia ir, naquela segunda-feira, às sete da noite. Ás oito acabava meu horário, mas tinha dito a ele que poderia chegar até às três da manhã, que eu o esperaria. Ás oito horas, saímos da sala de gravação, mas ainda com uma esperançazinha que ele aparecesse. Ás oito e vinte toca o telefone da sala de Menescal. O Tom tinha chegado. Descemos. A gravação do Armando Pittigliani estava marcada para as oito e meia. Eu tinha dito que, se o Tom aparecesse, a qualquer hora que fosse, só sairia do estúdio se chamasse a polícia. Queria muito gravar com Tom. 

Armando ficou contente de me ceder a sua hora. Quando Tom tocou o primeiro acorde, comecei a chorar. E pensei: “pronto, estrepei tudo, agora estou igual a um rio, não consigo parar de chorar, como é que vou gravar?”. Tentei prender o choro. Depois resolvi chorar até parar. Não via o Tom tocar fazia muito tempo. Encontrava com ele, às vezes, mas sempre fora do piano. E aquele som tão incrível me deixou emocionada. Tom queria saber o que íamos gravar. Menescal sugeriu Fotografia. Cantamos juntos, como na casa de Bené. Quando ouvi a gravação, a presença física de Tom era forte. Eu podia ver, a mim e a ele, tocando e cantando na sala, em casa. Foi um presente que os amigos me deram. Tocar e cantar comigo, como nos velhos tempos. Mas sinto uma modernidade no disco. Não se trata de nostalgia, muito pelo contrário. O velho revisto. O novo com sentimentos antigos, guardados. Estou feliz. É um disco que me comove. Estou contente por ter terminado o trabalho e com saudade dos momentos que passamos juntos no estúdio. Gostaria de falar de Meirelles com sua flauta de ouro e suas histórias, e agradecer a Helena, Roberto, Flávia, Marieta, Yara e a Cacá, que com suas presenças me deram apoio moral durante as gravações."

(texto do álbum, extraído do Site Oficial de Nara Leão. Nara falando sobre o álbum)

Tracklist:
01. Sarara Miolo - Part. Gilberto Gil
02. Odara - Part. Caetano Veloso
03. Meu Ego - Part. Erasmo Carlos
04. Chegando de Mansinho - Part. Dominguinhos
05. Repente - Part. Edu Lobo
06. Nono - Part. Nelson Rufino
07. João e Marcia - Part. Chico Buarque & Sivuca
08. Amazonas - Part. João Donato
09. Flash Back - Part. Roberto Menescal
10. Cara Bonita - Part. Carlos Lyra
11. Fotografia - Part. Tom Jobim

[DOWNLOAD] 1967 - Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band - The Beatles




"Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band" é o oitavo álbum lançado pela banda britânica de rock The Beatles. É frequentemente citado como o melhor e mais influente álbum da história do rock e da música. Gravado em 129 dias em aproximadamente 700 horas, foi lançado em 1 de junho de 1967 na Inglaterra, e no dia seguinte nos Estados Unidos. Considerado como álbum inovador desde sua técnica de gravação até a elaboração da capa. Pelo pouco apelo comercial, não foi tocado nas rádios, mas vendeu 11 milhões de cópias só nos Estados Unidos. Em 2003, a revista especializada em música Rolling Stone colocou Sgt. Pepper's no primeiro lugar de uma lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame.

Dois dos maiores sucessos da banda, “Strawberry Fields Forever” e “Penny Lane”, estariam em “Sgt.Pepper´s”, mas foram lançados como um compacto. O disco recebeu quatro Grammys, entre eles "Álbum do Ano".

Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band foi gravado na época que a Beatlemania estava em declínio. Os Beatles estavam cansados das turnês e tinham acabado de fazer uma em agosto de 1966. Devido às declarações de John Lennon dizendo que os Beatles eram mais populares que Jesus Cristo, algumas cidades não os receberam bem, e na Filadélfia eles acabaram enfrentado tumultos devido a esta declaração. Devido a isso tudo, os Beatles resolveram se tornar uma banda de estúdio e não mais excursionar. Para os críticos, isso significaria o fim da banda.

Gravado em uma época de psicodelismo e experimentação, o álbum, produzido por George Martin, é um precursor de técnicas de gravação e composição. Foi o primeiro disco gravado em oito canais, com dois consoles de quatro canais. Foi, além disto, um êxito de vendas e popularidade. Incorporou técnicas muito inovadoras no mundo da música.

A ideia central do álbum consistiu na que os Beatles tomaram o papel da Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, deixando para trás limitações e transformando o rock em objeto de culto. Em treze canções levam ao limite o conceito do rock, agregando orquestrações, instrumentos hindus, gravações tocadas ao revés e sons de animais. Rock, music hall, baladas, jazz e até música oriental se mesclam em Sgt. Pepper.

Tracklist:
01. Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band
02. With a Little Help from My Friends
03. Lucy in the Sky with Diamonds
04. Getting Better
05. Fixing a Hole
06. She's Leaving Home
07. Being for the Benefit of Mr. Kite!
08. Within You Without You
09. When I'm Sixty-Four
10. Lovely Rita
11. Good Morning Good Morning
12. Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (Reprise)

[DOWNLOAD] 1974 - A Tábua de Esmeralda - Jorge Ben



A Tábua de Esmeralda é o décimo primeiro álbum de estúdio do cantor brasileiro Jorge Ben. Foi lançado em LP em 1974.

"...Esse é meu novo disco... que tem por título 'A Tábua De Esmeralda' que foi onde começou toda alquimia e... eu faço nele uma alquimia musical..."
Palavras proferidas por Jorge Ben no dia 19 de Maio de 1974 como introdução no clipe de lançamento do álbum. O clipe passou no programa Fantástico da rede globo e a música era "Os Alquimistas Estão Chegando Os Alquimistas".

Jorge queria buscar uma filosofia para sua música. Uma filosofia que não o deixasse fugir de suas raízes – como o samba-rock – e o swing de suas melodias. Mas, para isso, ele precisava focar em algo mágico. E acabou caindo pra alquimia. Jorge queria gravar um álbum apenas com músicas que transmitissem essa influência que ele pegara no ar. Contactou a Phonogram, mas eles não curtiram muito a ideia. Entretanto, um álbum que enfatizasse a crença milenar alquímica tinha agradado o gerente da gravadora André Midani. E ele confiou na maestria de Jorge.

O álbum é considerado como o principal da carreira de Jorge Ben, abrindo a sua fase chamada de "alquimia musical" tendo sido eleito em lista divulgada pela revista Rolling Stone Brasil, o sexto melhor disco da música brasileira de todos os tempos.
O crítico Philip Jandovský, do Allmusic, elogiou especialmente as melodias do álbum que conseguem soar naturais ao mesmo tempo em que nunca são previsíveis ou banais.

Tracklist:
01. Os Alquimistas Estão Chegando
02. O Homem da Gravata Florida
03. Errare Humanum Est
04. Menina Mulher da Pele Preta
05. Eu Vou Torcer
06. Magnólia
07. Minha Teimosa, Uma Arma Pra Te Conquistar
08. Zumbi
09. Brother
10. O Namorado da Viúva
11. Hermes Trismegisto e a sua Celeste Tábua de Esmeralda
12. Cinco Minutos

sábado, 25 de agosto de 2012

[DOWNLOAD] 1977 - The Stranger - Billy Joel




The Stranger” é o quinto álbum de estúdio do músico Billy Joel, lançado em 1977. Este foi o seu primeiro álbum de sucesso, é geralmente considerado pelos críticos como sua maior obra e passou seis semanas em segundo lugar nas paradas norte-americanas. Este album também conseguiu se destacar na 67º posição na lista da revista Rolling Stone dos 500 maiores álbuns de todos os tempos.

Muito do sucesso do álbum é atribuída a colaboração de Joel com o produtor Phil Ramone, cujo inovador método de produção complementa as músicas de Billy Joel. Esta colaboração frutífera continuaria por uma década. Singles lançados do álbum incluem "Just the Way You Are" (que ganhou o Grammy para ambos como Gravação do Ano e Canção do Ano), a balada acústica " She's Always A Woman", a levemente controverso " Only the Good Die Young" e "Movin' Out (Anthony's Song)", que mais tarde emprestou seu título a "Movin' Out", um aclamado musical da Broadway baseado em canções de Billy Joel.

Tracklist:
01. Movin' Out (Anthony's Song)
02. The Stranger
03. Just the Way You Are
04. Scenes from an Italian Restaurant
05. Vienna
06. Only the Good Die Young
07. She's Always a Woman
08. Get It Right the First Time
09. Everybody Has a Dream/The Stranger (Reprise)

[DOWNLOAD] 2008 - Bom Todo - Zabé da Loca




Zabé da Loca esteve durante 25 anos em uma caverna. Como um segredo bem guardado da música popular brasileira, aos 84 anos de vida, Isabel Marques da Silva (Zabé da Loca), tira da sua antiga flauta de pífano a música que embala a solidão sertaneja.

Bom Todo (frase que, por sinal, é uma das poucas que Zabé normalmente profere – e só em grande estado de contentamento) é o sonhado registro de uma música que, em sua forma, remete aos mestres da Banda de Pífanos de Caruaru. Pequenina, sempre com seu cigarrinho de fumo de rolo, Zabé da Loca gravou pela primeira vez nos anos 90. E só saiu do eixo Paraíba-Pernambuco em 2004, para participar, em Brasília, do projeto de shows Da Idade do Mundo, uma idéia da produtora Lu Araújo, ex-dona de uma loja de LPs independentes, hoje à frente da empresa Lume Arte que produz a Mostra Internacional de Música em Olinda, a MIMO. Lu Araújo já conhecia a pifanista de gravações e, desde então, alimentava planos de dar a ela o disco que ela sempre mereceu. A produtora a conheceu no ano de 2003 através de um CD homenagem de músicos paraibanos. “Eu fiquei muito impressionada e de imediato idealizei uma série de shows pensando em juntar pessoas como Zabé, que com extraordinária capacidade artística estavam começando a carreira tardiamente.”

Desse sonho, nasceu Bom Todo, que não por acaso é o lançamento inaugural da Crioula Records, selo da produtora, dedicado à música brasileira. Bom Todo começou a tomar forma quando, pelas mãos de Lu Araújo, Zabé e seu grupo se encontraram em 2005, num estúdio em Recife com Carlos Malta, homem dos mil instrumentos de sopro. “Meu primeiro encontro com Zabé, foi em Brasília. Fiquei maravilhado com o som dela. Depois ela conheceu o Pife Muderno (grupo musical liderado por Carlos Malta) e se apaixonou. A partir daí foi muito tranqüilo o nosso encontro musical”, explica Carlos.

O CD Bom Todo é trance regional. Começa pela agalopada “Queima”, faixa em que duelam Zabé e de seu grande parceiro Manoel Leite de Melo, o Beiçola, músico de mãos tortas, que veio a falecer em 2006, deixando aqui alguns de seus últimos registros.

Zabé já se apresentou para ministros em Brasília, feiras de música pelos quatro cantos do país, e fez parceria com Hermeto Paschoal no Fórum Mundial de Cultura, em São Paulo, ocasião em que foi aclamada pelo público, merecendo atenção especial dos participantes estrangeiros. Há três anos o Incra construiu uma casa para abrigar a artista. Zabé, no entanto, não consegue se adaptar, e vira e mexe foge para o seu mundo de rocha e taipa. “Acho melhor morar na loca mesmo. É onde eu me sinto feliz”

“Não sou musiqueira”, afirma a pifanista, mas a música de Bom Todo ultrapassa as barreiras, os limites do regional. O produtor Carlos Malta chegou a viajar e gravar algumas canções na própria loca de Zabé. “Ela pode até afirmar que não é “musiqueira” (músico que lê partitura, segundo Zabé) mas tem ouvido, um conhecimento musical e de harmonia que a transformam numa mestre.”

Tracklist:
01. Queima
02. Limoeiro
03. Pifada da Loca
04. Caboré
05. Santa Catarina
06. Veja a Vida Como é
07. Xote Arrumadinho
08. Balaio da Onça
09. A Nova
10. Vai Minininho
11. Sala de Reboco
12. Hino Nacional Brasileiro
13. Borborema
14. É o Que Vier
15. Alvorada
16. Saí de Casa

[DOWNLOAD] 1978 - The Kick Inside - Kate Bush



"The Kick Inside" é o álbum de estréia de Kate Bush. Foi lançado em 17 de Fevereiro de 1978 no Reino Unido. O álbum alcançou a posição número três nas paradas do Reino Unido e foi certificado disco de Platina pela Indústria Fonográfica Britânica. A produção incluiu esforços por vários veteranos do rock progressivo, incluindo Duncan Mackay, Bairnson Ian, David Paton, Andrew PowellStuart Elliott, e David Gilmour dos Pink Floyd.

O álbum foi produzido pelo amigo David Gilmour e  Andrew Powell.  
Seis variedades diferentes de capa do álbum são conhecidos. É único álbum de Bush a ter uma capa diferente no Reino Unido, os EUA, Canadá, Iugoslávia, Japão e Uruguai (a capa do Uruguai é o mais raro e mais caro - um exemplo vendido no eBay por mais de US $ 400).

The Kick Inside foi lançado quando Kate Bush tinha 19 anos, ela havia escrito algumas das canções quando tinha apenas 13 anos. O álbum abre com 20 segundos de canto das baleias, o que leva para a primeira faixa, "Moving", inspirado por seu professor de dança Lindsay Kemp.

Há muitas de suas influências cinematográficas e literárias, duas qualidades consideradas suas marcas registradas, foram mais óbvia na canção "Wuthering Heights",primeiro single do álbum. A canção não foi inicialmente inspirada pelo romance de Emily Brontë, mas por uma adaptação para a televisão, embora Kate tenha lido o livro mais tarde, a fim de - em suas próprias palavras -  "obter o direito de investigação". Algumas influências a mais podem ser encontradas, quando ela faz referências a Gurdjieff em "Them Heavy People", enquanto a canção-título é inspirada na balada de Lizie Wan. Kate também escreve abertamente sobre sexualidade, no erótico "Feel It" e "L'Amour Looks Something Like You", e sobre coincidências, perguntas incomuns, premonição e déjà vu em "Strange Phenomena", .

"Wuthering Heights" foi número um no Reino Unido, marcando a primeira vez que uma cantora e compositora liderou as paradas com uma música de de própria autoria.

Tracklist:
01. Moving
02. The Saxophone Song
03. Strange Phenomena
04. Kite
05. The Man with the Child in His Eyes
06. Wuthering Heights
07. James and the Cold Gun
08. Feel It
09. Oh to Be in Love
10. L'Amour Looks Something Like You
11. Them Heavy People
12. Room for the Life
13. The Kick Inside

[DOWNLOAD] 1973 - Pérola Negra - Luiz Melodia


Lançado em 1973 pela Phonogram, o disco Pérola Negra, colocou em cena o cantor e compositor Luiz Melodia no cenário musical.

Começou sua carreira em 1964, sem muito sucesso, com a banda Os Instantâneos. Suas composições, porém, eram reconhecidas por nomes fortes da MPB, como Jards Macalé, que, em 1972 fez uma versão de "Farrapo Humano" (Melodia depois retribuiria o favor, gravando "Mal Secreto" alguns anos mais tarde). Em 1973, com o término da banda, Luiz Carlos se lançou em carreira solo com o album "Pérola Negra", disco de belas e originais melodias próprias. A capa mostrava o músico em estado de choque em meio a uma feijoada, uma verdadeira Pérola Negra.

A canção Pérola Negra, ganhou mais fama, quando foi gravada por Gal Costa - ele mostrou a música Pérola Negra a Torquato Neto e Wally Salomão, que convenceram a cantora a incluí-la no disco Gal a Todo Vapor.

"Estácio, Holly Estácio" e "Estácio, Eu e Você" são duas suaves baladas escritas em homenagem ao bairro de Luiz Melodia.
Todas as músicas de Pérola Negra foram compostas por Luiz Melodia e se diferem uma da outra.
Pra Aquietar” começa com uma guitarra Jovem Guarda, inspirado pela cena musical de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, e é um grande fruto dessa influência. “Farrapo Humano” condensa jazz e funk com uma serenidade admirável na voz de Melodia. "Magrelinha", traz um "blues épico" inesquecível, em curtos 2 minutos. O Álbum Pérola Negra, se liberta de qualquer rotulação musical.

Tracklist:
01. Estácio, Eu e Você
02. Vale Quanto Pesa
03. Estácio, Holly Estácio
04. Pra Aquietar
05. Abunntemente Morte
06. Pérola Negra
07. Magrelinha
08. Farrapo Humano
09. Objeto H
10. Forró de Janeiro

[DOWNLOAD] 2006 - Whatever People Say I Am, That's What I'm Not - Arctic Monkeys




"Whatever People Say I Am, That's What I'm Not" do Arctic Monkeys foi lançado em 23 de janeiro de 2006. Ele foi gravado nos Chapel Studios, em Lincolnshire, antes da primeira turnê da banda e lançado pela Domino Records. Tornou-se o álbum de estreia vendido mais rapidamente no Reino Unido, com 360.000 cópias somente na primeira semana. É disco de platina quádruplo e ganhador do Mercury Prize de 2006 no Reino Unido.

A imagem na capa do álbum é uma foto de Chris McClure, um amigo da banda, frontman da banda The Violet May e irmão de Jon McClure dos Reverend and the Makers. A foto foi tirada nas primeiras horas da manhã em um bar em Korova, Liverpool depois da banda ter dado a ele, seu primo e seu melhor amigo "setenta libras esterlinas para gastar numa saída".
A imagem causou controvérsias quando o responsável do NHS da Escócia criticou a capa por "reforçar a ideia de que fumar é bom".O empresário da banda negou a acusação dizendo que, na verdade, a capa sugeria o oposto: "Você pode ver pela imagem que fumar não está fazendo maravilhas a ele"

O título do álbum foi tirado de uma fala do filme "Saturday Night and Sunday Morning", estrelado por Albert Finney. O título foi escolhido após Alex Turner reconhecer similaridades entre as duas obras e a apropriação do nome. Ele disse que "é bom porque o livro é chamado Saturday Night and Sunday Morning e é tipo o que o álbum é, então há uma conexão aí. E também, há muitas pessoas dizendo várias coisas sobre nós e não temos controle sobre isso." 
Ele também disse que "canções como 'The View from the Afternoon', 'Dancing Shoes', 'Still Take You Home' e 'From the Ritz to the Rubble' todas falam sobre essa parte do fim de semana e descrevem o mesmo personagem"

O quarteto inglês não tenta nenhum “vôo mais alto”, apenas faz um rock estilo anos setenta com um quê de música alternativa. E com bastante competência. “Whatever People Say...” traz na sua maioria músicas animadas e com guitarras acentuadas, talvez sejam esses os motivos para o bem-estar que o CD desperta quando o ouvimos.


Tracklist:
01. The View from the Afternoon
02. I Bet You Look Good on the Dancefloor
03. Fake Tales of San Francisco
04. Dancing Shoes
05. You Probably Couldn't See for the Lights but You Were Staring Straight at Me
06. Still Take You Home
07. Riot Van
08. Red Light Indicates Doors Are Secured
09. Mardy Bum
10. Perhaps Vampires Is a Bit Strong But...
11. When the Sun Goes Down
12. From the Ritz to the Rubble
13. A Certain Romance

[DOWNLOAD] 1994 - Antônio Brasileiro - Tom Jobim



Antônio Brasileiro é o último álbum de Antônio Carlos Jobim.
Foi lançado em 11 de dezembro de 1994 pela Globo-Columbia, três dias depois da sua morte em 11 de dezembro de 1994. O álbum foi gravado de setembro de 1993 a janeiro de 1994, tendo sido um sucesso de crítica e público.

Produzido pelos filhos Pulo e Daniel Jobim o Lp foi gravado no Rio de Janeiro e conta ainda com as participações de Dorival Caymmi, Sting, Maria Luiza Jobim, Raul De Souza, Ron Carter e Márcio Montarroyos.

Durante as gravações de “Antonio Brasileiro”, Tom recebeu o convite de Frank Sinatra para participar de uma faixa de seu novo cd “Duets II” (que também seria o último de Frank). A faixa escolhida foi “Fly Me To The Moon”.

Tracklist:
01. Só Danço Samba
02. Piano Da Mangueira
03. How Insensitive (insensatez) - Part. Sting & Ron Carter
04. Querida
05. Surfboard
06. Samba De Maria Luiza - Part. Maria Luiza Jobim
07. Forever Green - Part. Maria Luiza Jobim
08. Maracangalha
09. Maricotinha - Part. Dorival Caymmi
10. Pato Preto
11. Meu Amigo Radamés
12. Blue Tain (trem azul)
13. Radamés y Pelé
14. Chora Coração
15. Trem de Ferro

sábado, 11 de agosto de 2012

[DOWNLOAD] 2012 - Born To Die - Lana Del Rey



Born to Die é o álbum de estreia da cantora americana e compositora Lana Del Rey, lançado em 31 de janeiro de 2012 pela gravadora Interscope Records e Stranger Records. As canções são todas da autoria de Del Rey e escritas durante a sua infância. A cantora descreveu este trabalho como "o mais pessoal e sentimental que já fez" por mostrar toda a sua vida em suas composições. Apesar de seu trabalho ser descrito como pop indie, ela diz não fazer parte do cenário indie, pois o álbum será pop rock


Depois de assinar um contrato com a gravadora Stranger em junho de 2011, Del Rey lançou seu single de estréia, "Video Games", que impulsionou sua popularidade online. O segundo single do álbum, "Born to Die", foi lançado em 30 de dezembro de 2011.

Del Rey tem sido comparada a Nancy Sinatra (filha do Frank Sinatra) pelos críticos de música. A cantora comentou que abaixou o tom de sua voz pra gravar o disco, dizendo: “as pessoas não estavam me levando a sério, então abaixei minha voz. Agora canto mais grave… para uma mulher.” 

Quando perguntada sobre seu estilo musical, Lana respondeu:
“Eu adoraria ter feito parte da comunidade indie. Mas não fiz. Eu estava procurando um grupo. Eu nem conheço nenhum músico. Quem é indie, na realidade? Eu realmente não consigo entender o que é música indie. Se você a escutou, ela se torna pop, certo? Porque é, digamos, popular? Ou é por não estar tocando nas rádios? Não é como se eu tivesse feito parte da comunidade indie e depois saído.”


O álbum teve um bom desempenho comercial estreando com 327 mil cópias no mundo. Em menos de dois meses o álbum atingiu a marca de um milhão de cópias.

Tracklist
CD1 ( Born To Die )
01. Born To Die
02. Off To The Races
03. Blue Jeans
04. Video Games
05. Diet Mountain Dew
06. National Anthem
07. Dark Paradise
08. Radio
09. Carmen
10. Million Dollar Man
11. Summertime Sadness
12. This is What Makes Us Girls
13. Without You
14. Lolita
15. Lucky Ones


CD1 ( Born To Die - Paradise Edition )

01. Ride
02. American
03. Cola
04. Body Electric
05. Blue Velvet
06. Gods & Monsters
07. Yayo
08. Bel Air
09. Burning Desire

[DOWNLOAD] 1972 - Acabou Chorare - Novos Baianos



Não é uma família. Talvez um time. NOVOS BAIANOS. Mais perto do som. No seu mundo subterrâneo. À beira do abismo. Por fora de 'Ismos'. Na porta. Varrendo o terreiro. Lavando os pratos como quem faz música. Sem prantos, no fonte, na boca da criação... (...)
Luiz Galvão, letrista, biógrafo e mentor intelectual do grupo, no encarte de Acabou Chorare.


Acabou Chorare é o segundo álbum de estúdio do grupo musical brasileiro Novos Baianos. O disco foi lançado como Long Play em 1972 pela gravadora Som Livre, após o sucesso do álbum "É Ferro na Boneca (1970)".  Adotando influências da guitarra expressiva de Jimi Hendrix e a brasilidade de Assis Valente, e sobretudo a influência estrondosa de João Gilberto, que também serviu de mentor do grupo na época da realização do disco, o grupo realizou uma obra que apresenta grande versatilidade de gêneros musicais.

Sua faixa de abertura, "Brasil Pandeiro", foi proposta por João Gilberto e é um dos sambas, ao lado de "Recenseamento", que Assis Valente havia escrito para a recém-chegada Carmem Miranda dos Estados Unidos; ela aceitou a segunda, mas ignorou a primeira, que ficou em ostracismo.
O título do álbum e a faixa homônima também foram inspiradas no estilo de bossa nova de João Gilberto e numa história contada por ele sobre sua filha com Miúcha, a então bebê Bebel Gilberto, e representa a proposta principal do disco de criticar a tristeza que então dominava a música popular brasileira com alegria, prazer e jocosidade. "Preta Pretinha", por sua vez, virou mania nacional, e "Besta é Tu" e "Tinindo Trincando" dominaram as rádios do país.

A capa do disco, uma mesa de madeira que havia sido construída por Pepeu Gomes, mostra pratos e copos espalhados, talheres e panelas desarrumadas, moscas e farinha, simbolizando "mistura" musical e o espírito comunitário do grupo que vivia em um sítio de Jacarepaguá, no estilo de vida comunitário típico dos hippies.
Em 1972, ela recebeu prêmio de melhor produção gráfica do ano; a arte leva assinatura de Antônio Luis Martins, mais reconhecido como "Lula", protagonista do cult-movie Meteorango Kid - O Herói Intergalático (1970), de André Luiz de Oliveira.

Foram ao todo dois anos de elaboração da linguagem musical do disco, com o grupo compondo, ensaiando, desenvolvendo o álbum, e João Gilberto dando toques e sugestões. Segundo Moraes Moreira, era natural morar, produzir, compartilhar tudo junto à comunidade do sítio: "Era uma coisa que ia acontecendo dentro daquele caos que a gente vivia. [...] A gente não fechava a porta do quarto para compor. Era ali no meio de todo mundo, na alegria. A gente achava que isso ia influir na nossa música. E influiu. [...] Para nós, a vida era o ensaio. Quando fomos gravar o Acabou Chorare, tudo já estava debaixo do dedo de tão ensaiado do dia-a-dia. Você ouve e percebe que o disco foi gravado em quatro canais."

Paulo César Salomão, técnico de som do disco, morava nos lugares do terreno onde ficavam o galinheiro hoje desativado e o chuveiro coletivo. Virava madrugadas estudando eletrônica e—como ainda não havia recursos para comprar peças novas para as guitarras do disco—teve de melhorar o som da Supersonic entalhando o instrumento, "dentro do qual acoplou capacitores removidos do televisor (não assistido) que a família tinha no sítio".
O "truque do televisor", como ficou conhecido, é notável sobretudo na "abelhuda estridência" de "Bilhete Para Didi" e no solo de "Mistério do Planeta". Salomão também foi hábil em transformar o galinheiro em estúdio, colocar amplificadores, e caixas de som nos galhos de árvores.

Grande parte da diversidade e criatividade do disco deve-se à mistura de samba com rock.
Segundo Galvão, "Samba naquela época era coisa só de universitário. Muito ruim, porque universitário não sabe fazer samba mesmo. Aí a gente nasceu anti-samba." Mas, por intermédio de João Gilberto, o grupo, que antes adotava formas de música pesada, elétricas, tomou gosto pelo samba e o "apresentou" ao rock. O resultado é que a beleza sonora do disco consiste em cavaquinhos, percussão brasileira e guitarra elétrica. Isto é, uma fusão de instrumentos de choro e samba (cavaquinho e violões) com guitarras, e um toque joãogilbertiano de bossa nova".

Com o lançamento, Acabou Chorare foi um estouro e permaneceu entre os primeiros colocados nas paradas por mais de trinta semanas. Aos Novos Baianos foi dado um alto status na cena cultural brasileira.
Houve uma imensa repercussão de vendas e do sucesso de canções como "Preta Pretinha", cuja exibições nas rádios empurraram o LP para as 150.000 cópias vendidas (um espanto na época).
Em 2007, na eleição de Lista dos 100 maiores discos da música brasileira feita pela Rolling Stone, Acabou Chorare aparece em primeiro lugar, sendo considerado obra-prima pelos estudiosos, produtores e jornalistas convocados para a votação.


Tracklist:
01. Brasil Pandeiro
02. Preta Pretinha
03. Tinindo Trincando
04. Swing de Campo Grande
05. Acabou Chorare
06. Mistério do Planeta
07. A Menina Dança
08. Besta é Tu
09. Um Bilhete Para Didi
10. Preta Pretinha

[DOWNLOAD] 1973 - The Dark Side of The Moon (Special & Remastered) - Pink Floyd





The Dark Side of the Moon, é um álbum da banda Pink Floyd, lançado em 1973.
O disco aborda em música as pressões da vida, como tempo, dinheiro, guerra, loucura e morte. Este álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame.

É considerado por muitos críticos e fãs dos Pink Floyd como sendo a obra prima da banda, ultrapassando mesmo The Wall. O álbum foi um marco do rock progressivo com músicas que eram bem aceitas pelas rádios comerciais para execução, tais como "Money", "Time", e "Us and them".

The Dark Side of the Moon é o terceiro álbum mais vendido de todos os tempos no mundo inteiro. Atingiu o primeiro lugar no Billboard 200 tendo permanecido 741 semanas consecutivas e mais de 1000 semanas no total. O álbum chegou a Nº 1 nos EUA, Bélgica e França, até em 2002, 30 anos após o seu lançamento, foram vendidas nos EUA mais de 400.000 cópias, fazendo do álbum o 200º mais vendido desse ano. Em 2003 mais de 800.000 cópias do híbrido de Dark Side of the Moon foram vendidas apenas nos EUA. Aproximadamente, desde seu lançamento, o álbum ja vendeu 40 milhões de copias em todo o mundo.

O álbum contém alguns dos mais complicados usos dos instrumentos e efeitos sonoros existentes à época, incluindo o som de alguém correndo à volta de um microfone e a gravação de múltiplos relógios a tocar ao mesmo tempo. Uma versão quadrifónica, foi também editada com uma nova mixagem. Durante as gravações os Pink Floyd desenvolveram novos efeitos tais como gravações em duas pistas das vozes e guitarras (permitindo a David Gilmour harmonizar consigo próprio), vozes dobradas e efeitos inéditos para aquela época, como ecos e separação dos sons entre os canais. Até hoje, Dark Side of the Moon é uma referência para os audiófilos que o usam para testar a fidelidade dos equipamentos de áudio.

Outra característica do álbum são os trechos de diálogos entre as faixas. O Pink Floyd entrevistou várias pessoas, perguntando-lhes coisas relacionadas com os temas centrais do álbum, como a violência e a morte. O roadie "Roger The Hat" aparece em mais que uma ("giv'em a quick, short, sharp, shock…", "live for today, gone tomorrow, that's me…"). A frase no fim do álbum "there is no dark side of the moon really… matter of fact it is all dark" é do porteiro do estúdio Abbey Road, o irlandês Jerry Driscoll. Paul McCartney foi também entrevistado mas as suas respostas foram consideradas demasiadamente cautelosas para serem incluídas.

Tracklist:
CD 1
01. Speak To Me
02. Breathe (In The Air)
03. On The Run
04. Time
05. The Great Gig In The Sky
06. Money
07. Us & Them
08. Any Colour You Like
09. Brain Damage
10. Eclipse

CD 2 (Live 1974)
01. Speak To Me
02. Breathe (In The Air)
03. On The Run
04. Time
05. The Great Gig In The Sky
06. Money
07. Us & Them
08. Any Colour You Like
09. Brain Damage
10. Eclipse

CD 3
01. Breathe (In The Air) (Early Mix 1972)
02. On The Run (Early Mix 1972)
03. Time (Early Mix 1972)
04. The Great Gig In The Sky (Early Mix 1972)
05. Money (Early Mix 1972)
06. Us & Them (Early Mix 1972)
07. Any Colour You Like (Early Mix 1972)
08. Brain Damage (Early Mix 1972)
09. Eclipse (Early Mix 1972)
10. The Hard Way (Household Objects Project)
11. Us & Them (Richard Wright Demo)
12. The Travel Sequence (Live 1972)
13. The Morality Sequence (Live 1972)
14. Any Colour You Like (Live 1972)
15. The Travel Sequence (Unreleased)
16. Money (Roger Waters Demo)

[DOWNLOAD] 2005 - Segundo - Maria Rita



Segundo, é o segundo álbum da cantora Maria Rita, produzido por Lenine, e lançado em 2005, em todos os países do mundo onde sua gravadora tem representação.

Com composições de Rodrigo Maranhão, Marcelo Camelo e Jorge Drexler, entre outros, teve como maiores sucessos as canções Caminho das Águas (escolhida como tema de abertura da minissérie "Amazônia, de Galvez a Chico Mendes", exibida pela Rede Globo em 2007), Conta Outra, Mal Intento e Muito Pouco.

O álbum ainda conta com as regravações de Sobre Todas as Coisas (de Edu Lobo e Chico Buarque) e Minha Alma (A Paz Que Eu Não Quero), do grupo O Rappa.
Premiado com o Grammy Latino, nas categorias de Melhor Álbum e Melhor Música (com a canção Caminho das Águas), vendeu mais de 350 mil cópias no país, sendo certificado de platina duplo.


Tracklist:
01. Caminho das Águas
02. Recado
03. Casa Pré-Fabricada
04. Mal Intento
05. Ciranda do Mundo
06. Minha Alma
07. Sobre Todas as Coisas
08. Sem Aviso
09. Muito Pouco
10. Feliz
11. Despedida
12. Conta Outra (Ao Vivo) / Mantra (Faixa Oculta)
13. Conta Outra (Estúdio)

[DOWNLOAD] 1979 - Bad Girls - Donna Summer



Bad Girls é o sétimo álbum de estúdio pela cantora americana Donna Summer, lançado 25 de abril de 1979 em Casablanca Records. Originalmente publicado como um álbum duplo, que incorpora estilos musicais como como o disco, rock e soul. Bad Girls se tornou o álbum mais vendido da carreira de Donna, conseguindo platina dupla nos Estados Unidos, e vendendo cerca de quatro milhões de cópias no total em todo o mundo.

Desde o lançamento de seu primeiro álbum de sucesso que continha osexualmente excitante "Love to Love You Baby", Summer foi apelidada de "Primeira Dama do Amor" na imprensa e sua gravadora queria manter esta imagem, apesar do fato de que ela nunca foi verdadeiramente confortável com isso. Vários anos mais tarde, Summer tornou-se viciada em medicamentos de prescrição. Após sua recuperação, Summer começou a trabalhar em seu novo álbum com parceiros de longa data, Giorgio Moroder e Pete Bellotte, assim como vários outros que não tinha trabalhado antes. Embora a música do disco ainda era popular, outros estilos como o punk e o heavy metal também foram indo bem nas paradas, então a equipe decidiu incorporar um som mais rock em algumas das canções. 

Outras canções tinham mais soul/R&B, e em tudo o que foi provavelmente o álbum mais diversificado do verão até o momento. A fusão de rock e disco foi particularmente evidente, e sintetizadores foram usados para aumentar o som para uma mais eletrônica e dance musicelectro, orientada nas duas primeiras músicas do álbum - "Hot Stuff" e "Bad Girls", que foram os dois primeiros singles a serem lançados do álbum. Ambos foram grandes sucessos e fez o número um na “parada de singles americana”. 
O primeiro também ganhou um Grammy de Melhor Performance Vocal Feminina de Rock e tornou-se popular novamente em 1990 quando usada no filme britânico “The Full Monty”. "Dim All the Lights" foi o terceiro single e também se tornou um enorme sucesso, chegando a número dois nos EUA.

Bad Girls” se tornou o álbum mais vendido de Donna Summer, atualmente platina duplo, com mais de 2 milhões de cópias vendidas nos EUA e o deslocamento de cerca de quatro milhões de total mundial. Ele também se tornou pelo segundo ano consecutivo o álbum número um nos EUA, os gastos, além de três semanasno número um no Canadá, no gráfico de álbuns RPM 100 nacional, bem como o Prêmio Grammy citada para "Hot Stuff" (Melhor performance Vocal Feminina de Rock), a canção "Bad Girls", foi também nomeada para Melhor performance Pop Vocal Feminina e Melhor Gravação do disco. "Dim All the Lights" foi nomeado para Melhor Performance Vocal R&B Feminino e o álbum em si foi nomeado para Álbum do Ano.

O ano de 1979 terminou com Casablanca lançando um greatest hits de Donna Summer, duplo-álbum. Em 2003 a Universal Music, os proprietários do catálogo de volta Casablanca/PolyGram, desde 1998, re-emitiram "Bad Girls" digitalmente remasterizado e expandido em edição de luxo.

Tracklist:
01. Hot Stuff
02. Bad Girls
03. Love Will Always Find You
04. Walk Away
05. Dim All the Lights
06. Journey to the Center of Your Heart
07. One Night in a Lifetime
08. Can't Get to Sleep At Night
09. On My Honor
10. There Will Always Be a You
11. All Through the Night
12. My Baby Understands
13. Our Love
14. Lucky
15. Sunset People
16. Bad Girls (Demo)

[DOWNLOAD] 1981 - Saúde - Rita Lee



Saúde é um álbum lançado pela cantora Rita Lee em 1981.

Neste disco, vê-se grande influência da New Wave, em relação aos álbuns anteriores de Rita, que tinham uma maior influência da música pop.

Algumas canções deste álbum ficaram eternizadas, sendo bem lembradas até os dias de hoje, como "Mutante", que foi sucesso absoluto; "Saúde", um dos maiores hits do ano, com uma levada mais rock; e "Banho de Espuma", também outro estouro em 1981, contendo uma batida mais pop. Também são bem lembradas: "Atlântida", que, na época, entrou na trilha sonora da novela Sétimo Sentido da Rede Globo; e "Tititi (Galinhagem)", famosa pela regravação de 1985 pela banda Metrô, um grande sucesso nesse ano.

Tracklist:
01. Saúde
02. Tatibitati
03. Mutante
04. Tititi
05. Banho de Espuma
06. Atlântida
07. Favorita
08. Mother Nature (Mamãe Natureza)

[DOWNLOAD] 2011 - 21 - Adele



"21" é o segundo álbum de estúdio de Adele. O álbum foi intitulado com base na idade da cantora no momento de sua produção. 

"21" reune influências dos gêneros Folk e Motown presentes no álbum de estreia da cantora, "19", também intitulado com base em sua idade, no entanto, também foi moldado pelo country Americano e pelo blues sulista, que Adele conheceu durante sua turnê Norte-Americana realizada entre 2008 e 2009. Escrito no rescaldo da separação da cantora de um parceiro de nome desconhecido, o álbum reaviva a tradição adormecida do álbum ser um "confessionário" de seu intérprete, e explora temas como a raiva, a vingança, o coração partido, a auto-análise e o perdão em suas composições.

Logo após a conclusão de sua primeira turnê, Adele começou a compor as primeiras canções para um segundo álbum de estúdio, que seria lançado no começo de abril de 2009, enquanto ela ainda estava envolvida na relação que posteriormente serviu de inspiração para o disco. No entanto, as sessões de estúdio que seriam feitas na época foram canceladas devido à falta de inspiração para as composições. Ela retomou a produção do álbum imediatamente após o término de seu relacionamento, canalizando sua mágoa e depressão para a composição de suas canções. Embora os relatórios iniciais sugerissem que apenas o co-presidente da Columbia Records, Rick Rubin, trabalharia na produção do álbum, outros colaboradores como Paul Epworth, Ryan Tedder e Dan Wilson foram anunciados como produtores do disco tempos depois. 

O álbum recebeu elogios da crítica devido sua autenticidade, a profundidade lírica das canções e o bom desempenho vocal de Adele, e foi elogiado por ser uma melhoria artística desde a estreia da cantora.

A primeira faixa do álbum, "Rolling in the Deep" foi co-escrita por Adele e Paul Epworth. A segunda faixa "Rumour Has It" é produzida pelo membro do OneRepublic, Ryan Tedder, e apresenta tambores.  "Lovesong", a décima faixa, é um cover de uma música do The Cure, que é seguida pela faixa final "Someone Like You". A faixa é uma balada de piano que fala nas letras de chegar a termos com um relacionamento fracassado.


O sucesso mundial de público e crítica de 21, fez com que em fevereiro de 2012 Adele fosse considerada a quinta mulher mais importante da música pela VH1.



Tracklist:
CD1
01. Rolling In The Deep
02. Rumour Has It
03. Turning Tables
04. Don't You Remember
05. Set Fire To The Rain
06. He Won't Go
07. Take It All
08. I'll Be Waiting
09. One And Only
10. Lovesong
11. Someone Like You
12. If Handn't Been For Love
13. Hiding My Heart
14. I Found a Boy

CD2
01. Turning Tables (Acoustic)
02. Don't You Remember (Acoustic)
03. Someone Like You (Acoustic)
04. Need You Now (Live)
05. Don't You Remember(Live)
06. Rolling in The Deep (Live)

CD3 - Itunes Festival London
01. One and Only
02. Don't You Remember
03. Rumor Has It
04. Take It All
05. I Can' Make You Love Me
06. Rolling In The Deep